Jogo crossover da Capcom, Sega e Namco Bandai chega em 2013.
A Namco Bandai Games anunciou segunda-feira que o jogo Project X Zonevai ser lançado no ocidente.
Project X Zone é um jogo de RPG para3DS. O jogo apresenta mais de 50 personagens jogáveis de 29 franquias da CAPCOM, Sega e da Namco Bandai. As franquias que aparecem no jogo são: Resident Evil, Darkstalkers, Devil May Cry, Street Fighter, Mega Man, Virtua Fighter, Shinning Force EXA, Tales of Vesperia, Tekken, .hack, Xenosaga, Valkyria Chronicles, Sakura Wars, Space Channel 5, Dynamite Deka (Die Hard Arcade), Resonance of Fate, God Eater e Super Robot Wars Original Generation, entre outros.
O jogo faz com que os jogadores escolham um time de dois personagens para explorar o mundo. Namco Bandai Games descreve a história assim:
“Project X Zone se passa em um munto rodeado por caos e sombras, escondidos embaixo da vida pacífica e cotidiana. Um certo dia uma fenda do tempo e espaço aparece subitamente, e um caminho entre vários universos é aberto, fazendo heróis e vilões de mundos diferentes se encontrarem.”
Namco Bandai Games lançará o jogo no verão de 2013.
Se você não conhece Project X Zone confira o trailer de 16 minutos:
A Japan Academy Awardsanunciouos nomeados de 2012 para a 36ª premiação anual de melhor filme (Animation of the Year). As cinco animações nomeadas do ano são: Evangelion: 3.0 You Can (Not) Redo (Hideaki Anno),Wolf Children (Mamoru Hosoda), A Letter to Momo (Hiroyuki Okiura), Friends: Mononoke Shima no Naki (Takashi Yamazaki) e One Piece Film Z (Tatsuya Nagamine).
O filme ganhador será anunciado 8 de março em Tóquio noGrand Prince Hotel New Takanawa.
A primeira parte dos quadrinhos baseados em DmC: Devil May Cry já está disponível digitalmente — com uma versão impressa prevista para maio. DmC: Devil May Cry: The Vergil Chronicles conta histórias prévias envolvendo os personagens Vergil e Kat, explorando eventos não encenados no palco do game.
A HQ pode ser adquirida em seu formato digital para iPad, iPhone, Android, Kindle Fire e para leitura em navegadores exclusivamente através do aplicativo comiXology ou do site comiXology.com (pela bagatela de US$ 3,99, ou aproximadamente R$ 8). Quanto a versão impressa, o lançamento da primeira parte ficou prometido para o dia 15 de maio — com a segunda chegando no dia 19 de junho.
Ademais, a Ninja Theory trabalha atualmente em um conteúdo adicional (DLC) para o game principal. A proposta é semelhante: fornecer um prólogo para as desventuras de Virgil, antes do encontro deste com Dante em DmC: Devil May Cry. O conteúdo deve ser disponibilizado até o final de fevereiro.
Foi lançado nos cinemas japoneses em 28 de julho de 2012. Parece que irão legendar o filme em abril de 2013. Querem saber um pouco sobre o filme? Sinopse:Dezesseis anos atrás, um ninja mascarado desencadeou uma poderosa criatura conhecida como a Raposa de Nove Caudas na Aldeia da Folha, matando muitas pessoas. Em resposta, o líder da Aldeia da Folha, o quarto Hokage Minato Namikaze, e sua esposa Kushina Uzumaki, Minato sela a Raposa em seu filho recém-nascido. Com o Bijuu selado, as coisas continuaram como normal, exceto as personalidades dos personagens que são diferentes: Uma Hinata mais "assanhada" e um Sasuke apaixonado pela Sakura. No entanto, nos dias de hoje, a paz termina quando um grupo de ninjas se auto-intitulando Akatsuki liderados por Tobi atacam a aldeia, que tem a intenção de executar seu plano para governar o mundo, encobrindo-o em ilusões. Este filme faz as pessoas acreditarem que os pais de Naruto estão vivos e os de Sakura estão mortos.
O novo longa-metragem de Dragon Ball Z acaba de ganhar seu primeiro teaser trailer. O filme, que conta com a colaboração do criador Akira Toriyama, mostrará o que aconteceu na década perdida depois da luta contra Majin Buu. Personagens como Kuririn, Piccolo, Vegeta e outros aparecerão na trama, que será considerada cânone oficial da série.
Masahiro Hosoda dirige a partir de roteiro de Yūsuke Watanabe (20th Century Boys, Gantz). O lançamento no Japão acontece em 30 de março de 2013. Acesse o site oficial.
A Toei Animation anunciou que o mais recente e famoso filme da franquia One Piece, One Piece Film Z, será lançado nos cinemas de 5 países asiáticos em breve.
O filme vai estrear nos cinemas dos seguintes países: Taiwan (25 de janeiro), Singapura (1º defevereiro), Hong Kong (14 de fevereiro),Tailândia e Coréia do Sul. Há também planejamentos futuros da Toei em lançar o filme na Europa e países norte-americanos.
O filme que estreou no Japão em dezembro, já arrecadou mais de seis bilhões de ienes (aproximadamente 68 milhões de dólares) e vendeu 5.04 milhões de ingressos.
Depois de um tempo de negociação a Toei Animation confirmou que a série Os Cavaleiros do Zodíaco Omega virá para o brasil e será dublado pela DuBrasil. O que sugere que será uma ótima dublagem.AToei Animationestá tão empolgada com a dublagem, que ela começará ainda este mês. Porém, ainda não foi divulgado nada sobre em qual emissora irá passar.
No dia 8, foi anunciado mundialmente novos jogos da 6ª geração de Pokémon, e também foi anunciado o nome dos três pokémons iniciais. Agora, foi anunciado o nome dos pokémons lendários que aparecem no trailer. São eles Xerneas e Yveltal.
Xerneas (pronunciado como ZURR-nee-us) é um Pokémon cervo mítico com chifres brilhantes, e é provável que apareça na capa de Pokémon X.
Yveltal (pronunciado como ee-VELL-tall), entretanto, é um Pokémon em forma de Y com garras em suas asas e cauda. É provável que apareça na capa de Pokémon Y.
Foi revelado que o jogo terá mais 50 novos Pokémons e conterá um “sistema de comunicação inovador”, chamado “Real Play”.
“As pessoas do mundo todo serão capazes de ter uma experiência simultânea do ‘Real Play’,” disse o presidente da Game Freak, Tsunekazu Ishihara. “O jogo usará um sistema de comunicação inovador que fará com que você sinta que está jogando com os outros jogadores ao redor do mundo”.
Jogos inspirados em séries de mangá sofrem de um enorme problema: a falta de criatividade. Basta olhar os últimos lançamentos de Naruto, Dragon Ball Z e o recente Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário para perceber que, em sua grande maioria, essas adaptações se resumem a games de luta ou Beat’em Ups marcados exatamente pela repetição.
O ponto, no entanto, é que isso não chega a ser algo crítico, principalmente pelo fato de essa limitação já ter se tornado uma característica do estilo. Ninguém espera algo revolucionário quando um game baseado em um anime é anunciado — embora a qualidade ainda seja um requisito básico que deve estar presente. São produções voltadas para os fãs, que já estão acostumados com uma estrutura narrativa bem engessada, o que se reflete na jogabilidade quando a história é levada para outra mídia.
E é exatamente isso que acontece com One Piece: Pirate Warriors. A saga de Luffy e o Bando do Chapéu de Palha nunca teve games memoráveis, e o título exclusivo do PlayStation 3 vem exatamente para preencher essa lacuna. Isso não quer dizer, contudo, que ele se propõe a ser algo inovador ou uma experiência única. Muito pelo contrário: trata-se de um jogo destinado exatamente para quem já acompanha a série e quer reviver algumas das situações apresentadas pelo mangá e, para isso, se aproveita de uma fórmula simples, mas que funciona muito bem.
Aprovado
Os poderes da Fruta do Diabo
One Piece: Pirate Warriors não é um jogo ambicioso, daqueles que tentam mudar paradigmas ou oferecer uma jogabilidade diferenciada. Seu grande mérito está exatamente em saber de suas limitações, trabalhar a partir delas para oferecer alternativas que façam com que a repetição que marca o gênero Beat’em Up não se torne um problema tão sério.
Para isso, a Omega Force reaproveitou a estrutura utilizada em Dynasty Warriors e adicionou elementos únicos do universo de One Piece para quebrar o efeito de mais do mesmo. Exemplo disso é que, ao longo das fases, além das centenas de piratas e soldados da marinha que cruzarão seu caminho, você ainda terá de usar os poderes da Fruta do Diabo para explorar o cenário.
Ainda que a estrutura seja bem linear, a existência de diferentes puzzles ajuda a fazer com que o game fuja do esmagar de botões que são os combates. É claro que isso não é o suficiente para dizer que Pirate Warriors não é repetitivo, mas é um respiro que ajuda a dar ritmo ao game.
Além disso, os saltos por plataformas e demais ações que o jogador precisa fazer para cumprir certos desafios exploram muito bem as características da série. Quem acompanha o mangá ou o anime certamente vai se sentir em casa do ver Luffy usando seus poderes de maneira criativa a todo o instante.
Grande Rota
Para os fãs, One Piece: Pirate Warriors serve também como um grande resumo dos principais momentos de toda a série. Como o jogo começa no início da saga Novo Mundo, toda a história é contada como um grande flashback em que os heróis relembram como eles se conheceram e quais as lutas que mais marcaram.
Isso significa que o título abrange desde o confronto de Luffy com Buggy, o Pierrô, até a batalha em Marineford, o que resulta em muito conteúdo para ser visto. É claro que, para fazer tudo isso caber em um game, algumas coisas tiveram de ser resumidas, como a saga de Skypiea, que foi simplesmente eliminada.
Isso também significa que você irá se deparar com vários rostos conhecidos em sua jornada, seja na hora de derrotá-los ou como aquela ajuda em um momento de sufoco. O mais interessante é que, além do Bando do Chapéu de Palha, você ainda pode controlar outros personagens — como Portgas D. Ace e o poderoso Whitebeard — em pontos específicos da trama ou no modo Another Log.
Esse longo período de tempo abordado pelo game também permite que tenhamos uma evolução muito mais significativa em cada um dos heróis. Ainda que isso não seja algo que vá alterar a jogabilidade, o progresso dos piratas é facilmente sentido na liberação de novos golpes e de combos mais eficientes — todos retirados diretamente das páginas do mangá.
Corrida atrás de moedas
Como toda a história de piratas que se preze, One Piece: Pirate Warriors também coloca o jogador em uma corrida por tesouros. No entanto, neste caso, isso acontece de maneira muito mais sutil e com uma utilidade muito maior do que engordar seus bolsos.
Seja em baús espalhados pelo cenário ou ao derrotar certos inimigos, seu personagem vai encontrar várias moedas especiais, que podem ser usadas para melhorar os atributos e as habilidades de seu herói. Cada uma delas representa um personagem, entidade ou elemento do universo One Piece e, quando usadas corretamente, podem fazer toda a diferença durante as batalhas.
Cada uma dessas moedas possui um efeito específico, melhorando seu ataque, defesa ou pontos de vida. Algumas delas, porém, ativam efeitos secundários quando usadas em conjunto, aumentando o dano de um golpe ou dando mais um empurrãozinho em seu status.
Porém, a mágica acontece quando você une três moedas relacionadas e libera habilidades que vão ajudá-lo muito nos combates. Elas reduzem a perda de energia, melhoram seus golpes ou aumentam o ganho de experiência em determinadas situações. São dezenas de possibilidades que vão exigir que você elabore táticas diferenciadas para cada fase, além de incentivá-lo a buscar as peças que faltam em sua coleção.
Reprovado
Uma história para os fãs
Como fazer para condensar mais de 50 edições de um mangá e centenas de episódios do anime em um único game? Realmente é uma tarefa um tanto quanto ingrata. Para isso, como dito, alguns fatos acabaram sendo limados para deixar somente aquilo que foi considerado o mais importante.
Ok, alguns fãs podem reclamar de Skypiea não aparecer ou alguns inimigos secundários não darem as caras nem mesmo nos modos paralelos, mas isso a gente perdoa. O que realmente incomoda é a forma com que a narrativa é apresentada.
Ao início de cada capítulo, somos contextualizados a respeito da situação a partir de um longo texto que faz um resumo bem simplificado do que está acontecendo. Como se não bastasse, os diálogos são apresentados a partir de imagens estáticas mostrando uma cena e o rosto dos personagens em destaque. É somente em raros casos que temos a animação propriamente dita — e muito rapidamente.
Isso faz com que tenhamos dois problemas na hora de apresentar o enredo. O primeiro é que o excesso de elementos textuais deixa tudo muito chato e pouco interessante, principalmente quando levamos em consideração que a modelagem dos personagens ficou muito boa e não há razão para limitá-la. As poucas cenas que as usam são tão bem feitas que nos deixam com vontade de assistir mais, o que infelizmente não acontece.
Além disso, essa versão extremamente resumida é confusa e deixa claro que One Piece: Pirate Warriors é realmente um jogo para fãs. Se você está tendo seu primeiro contato com a série, prepare-se para ficar perdido com a grande quantidade de nomes e fatos que são simplesmente jogados, como se você soubesse previamente de tudo aquilo. Se você é um marinheiro de primeira viagem, prepare-se para boiar por um bom tempo.
Vale a pena?
Sem a pretensão de revolucionar o gênero, One Piece: Pirate Warriors cumpre bem seu papel de adaptar as aventuras de Monkey D. Luffy sem cair no erro que a grande maioria dos Beat’em Ups inspirados em mangás e animes comete. Ainda que a repetição esteja ali, ela é amenizada graças a soluções inteligentes e divertidas apresentadas ao longo da campanha.
Explorar essas peculiaridades da série foi uma ótima saída da desenvolvedora para dar um novo ritmo ao jogo, fazendo com que ele fosse um pouco mais do que um Dynasty Warriors com piratas. Por mais que as semelhanças — e alguns problemas — sejam evidentes, isso não chega a ser o suficiente para tirar o brilho dessa jornada tão divertida.
Por outro lado, é preciso levar também em consideração que o game é voltado exatamente para quem já conhece a série. É claro que isso não impede que os novatos explorem a Grande Rota e distribuam socos e espadadas pelos mares, mas a experiência será totalmente diferente daquela de alguém que já conhece a franquia.
Isso é perceptível não apenas na história, que vai fazer muita gente se perder, mas pela própria mecânica. Boa parte da “culpa” das adaptações caírem no erro da repetição está no fato de os originais também usarem fórmulas pouco criativas. É por isso que quem busca um jogo como One Piece: Pirate Warriors não busca inovação, mas uma aventura digna de seus heróis. Nesse ponto, o game se sai muito bem e consegue reviver de maneira fiel uma das histórias mais divertidas dos mangás — com seus pontos altos e baixos.
*Beyblade :A série gira em torno de lutas entre equipes de Beyblade. A equipe principal, os Blade Breakers, é composta por Tyson Granger, Kai Hiwatari, Max Tate, Ray Kon e Kennyque lutam contra outras equipes para decidir os a campeões mundiais.A primeira temporada foi bem diferente das outras no estilo. As beyblades eram desenhadas em 2D. As Feras-Bit também tinham apenas uma cor,tanto no brilho quanto no corpo, e foram desenhadas de um modo meio "turvo". A série marca a estreia dos personagens principais e suas primeiras tentativas de tornarem-se campeões. Passando pelo Japão, China, Estados Unidos, Europa e Rússia, os Bladebreakers, formados por Tyson, Kai, Ray, Max e Kenny (que não luta, ajuda tecnicamente) vão ganhando posições no torneio mundial, vencendo equipes como White Tigers, All Starz, Majestycs e Demolition Boys. Os Demolition Boys, a última equipe que os Bladebreakers enfrentam, representam uma ameaça, pois, liderados por Bóris, antigo treinador de Kai, e Voltaire, seu avô, planejam dominar o mundo. Eles levam crianças para sua abadia em Moscovo, e lá fazem uma lavagem cerebral, para fazê-las acreditarem que a vitória é tudo e a derrota é sinónimo de humilhação máxima.
*Beyblade V-Force :Na segunda temporada, com a troca de estúdio, estréia o novo estilo de desenho no anime. As beyblades são modelos em3D. O sistema Magtran e uma nova protagonista, Hilary (Hiromi no original), que não luta, mas ajuda a equipe torcendo e treinando-os também são apresentados. Basicamente, os Bladebreakers lutam contra duas coisas. A organização Psykick, que quer roubar as feras-bit deles, no final, o grande chefe da organização, Zagart, revela que as queria por que só o poder delas poderia fazer Zeo (ZO no original), o seu filho-robô baseado no verdadeiro que morreu num acidente, virar um ser humano. A outra ameaça são os Santos Escudos (Saint Shields). No inicio, eles apenas desafiam-nos e mostram o quanto são fortes, mas depois revelam que também querem capturar as suas feras-bit para lacrá-las numa rocha e impedir assim que o poder delas seja usado para o mal.
*Beyblade G-Revolution :A temporada apresenta uma nova mudança no design. Um novo campeonato está iminente, mas dessa vez por mudança nas regras, os Bladebreakers separam-se e cada um tenta conseguir o título sozinho. Agora, o torneio estréia uma nova maneira de lutar, as equipas devem escolher dois ou três lutadores titulares e um de reserva. Dois protagonistas são adicionados: Daichi e Hiro (Hitoshi, no original), também conhecido por Shippuu no Jin (Jin Vendaval na versão brasileira e Jin de Gales, na portuguesa). A série mostra dois novos sistemas: Engine Gear e Hard Metal System. No final, os melhores lutadores da BEGA (Beyblade Enterteinment Global Association), uma organização que surgiu no lugar da ALB lutam contra Tyson e seus amigos para decidir quem dominará o mundo do beyblade.
*Beyblade Metal Fusion :Metal Fight Beyblade é um spin-off da série de anime originalBeyblade, foi criada pela Tatsunoko Pro, Synergy SP, e é co-produzido pela Nelvana. Metal Fight Beyblade estreia todos os domingos na TV Tokyo sempre às 08h30. Esta série Beyblade apresenta um conjunto completamente novo de personagens, e uma nova história.
Com uma nova série desenvolvida em 2008, a partir de Beyblade, já que uma vez foi concluída com Bakuten Shoot Beyblade, um mix de mídia desenvolvida com o anime, bem como o mangá.
Em contrastes com trabalhos anteriores, que utiliza quatro bestas como motivo, Metal Fight Beyblade usa constelações como motivos. Além disso, no trabalho anterior, foi principalmente as batalhas de equipes, mas neste trabalho o principal são as batalhas individuais. Também o cenário do Japão foi o primeiro da série até o final.
A primeira parte foi a partir do capítulo 1 ao 7, que tornou-se a concentração original, a partir do capítulo 8 foi a segunda parte, tornando-se o arco da Batalha dos Duelistas. No anime, a partir do episódio 24, tornou-se o a Batalha dos Duelistas que foi recentemente lançado em DVD, assim como o Vol. 01. Embora Batalha dos Duelistas fora realizada como um torneio, as combinações de batalha no anime e mangá são diferentes. O anime Metal Fight Beyblade foi transmitido pela TV Tokyo a partir de 5 de abril de 2009 à 28 de março de 2010. De 4 de abril de 2010 à hoje é transmitida uma nova série, Metal Fight Beyblade Explosion (Beyblade: Metal Masters), uma continuação de Metal Fusion.
A série atualmente é transmitida pelo Disney XD Brasil.
*Beyblade Metal Masters : "Beyblade: Metal Masters" é a segunda fase da nova geração de Beyblade iniciada com a temporada "Metal Fusion" (Metal Fight Beyblade). Com 51 episódios lançados no Japão pela TV Tokyo em 2010, o anime é a quinta série da franquia Beyblade, e a história continua acompanhando a jornada de Gingka e seus amigos.
Após derrotar Ryuga e seu sombrio Bey L-Drago, Gingka é o vencedor do Battle Bladers Championship. Quando a novidade se espalha, outros bladders mundo afora querem ter a chance de derrotar Gingka e conquistar o título de Beyblader nº 1. O WBBA, agora comandado por Ryo, convoca os melhores representantes de cada país para uma competição mundial.
Após o anúncio do Beyblade World Championship, cada país se prepara para ser o destaque no cenário mundial. A competição reúne velhos amigos, novos rivais e uma grande mistura de novos Beyblades, manobras e estratégias. Viaje a locais exóticos e lute em Beystadiums jamais vistos. Agora o combate é muito mais que uma vitória pessoal, pois representa o orgulho de uma nação!
Hamtaro conta as aventuras de pequenos hamster que saem de suas gaiolas para se reunir com seus amigos ou ajudar os seus donos.
A dona de Hamtaro (personagem principal) sempre escrevia no final de seu diário particular: "Hoje o dia foi bom, mas amanhã vai ser melhor ainda".
No Brasil esse anime fez muito sucesso com crianças e adolescentes.
A venda de hamsters no Japão duplicou por causa deste anime. O personagem principal é um hamster de nome Hamtaro (o tema do anime), que mora com sua dona Laura.
Quando estão em perigo eles costumam usar o "poder Ham Ham", que na verdade é apenas uma iniciativa dada por um hamster a todos os outros para fazer a mesma coisa, ex. Se um pula alto os outros também e assim vai.
O melhor amigo de Hamtaro, além de sua dona, é sem dúvida o Fofuxo, que por coincidência é o hamster da melhor amiga de Laura, dona de Hamtaro.
Opinião :
Hamtaro foi o segundo anime que eu assisti, eu tinha, sei lá uns 5 anos. Eu acho que todos os Otakus e Otomes já assistirão, e na minha opinião é um anime bobinho, mas faz parte da minha historia e creio eu que na historia de vocês também !
Elfen Lied mostra uma evolução da humanidade, os Diclonius. Os Diclonius se parecem muito com humanos normais, porém, possuem algumas diferenças: Uma glândula pineal de tamanho exacerbado, um par de pequenos chifres em suas cabeças, olhos e cabelos avermelhados/rosados, e conseguem sentir a presença de outros de sua espécie. Como resultado da mutação na glândula pineal, competem à telecinese; desenvolvem estruturas de natureza desconhecida, de ação física similar à de braços, denominados vectors. A força que tais estruturas possuem o poder de meramente reduzir uma cabeça humana em bocados, e parar tiros. Por causa dessas características especiais, os Diclonius sofrem preconceito; tanto por medo de suas potencialidades quanto por interesse da espécie humana. Uma relação de extermínio e uso se estabelece; os humanos desejam exterminar os diclonius, mas antes, aproveitam-se deles para pesquisas, e os diclonius desejam eliminar os humanos por vingança pelos maus tratos e sofrimentos causados pelos humanos.
Os Diclonius nascem de pessoas normais, mas cujo o pai ou a mãe foi infectado com um dos vectors de outro Diclonius no seu cérebro.
A sociedade diclonius é mínima e possui uma ténue organização. Contudo, essa ténue organização ainda assim possui os meios de levar a espécie humana à extinção. Durante a história, há o uso de um termo recorrente no jargão ideológico do Nacional Socialismo, Lebens (Vital), tal como uso do característico discurso de impossibilidade de convivência encontrado no Mein Kampf e nas políticas de Apartheid.
A história se passa na cidade japonesa Kamakura, e começa com a fuga de Lucy, uma poderosa Diclonius Rainha (por ser naquele momento a única com o poder de reprodução através dos vectores), de uma ilha, um centro de pesquisas, fortemente protegido por gente armada, com uma instalação científica enorme. Na tentativa de impedi-la, um sniper acaba acertando seu capacete e a derruba no mar. Depois ela é encontrada por Kouta e sua prima Yuka na praia da cidade, sem roupas, sem memória alguma, com comportamento de uma criança pequena e a única coisa que conseguia falar era "Nyuu". Por ela só saber falar isso, eles acabam chamando-a de "Nyuu" mesmo. Depois ela acaba por ir morar com Kouta, numa antiga pensão fechada, que ele tinha alugado para morar enquanto estudava na universidade. Enquanto isso, o pessoal que trabalha no laboratório está desesperado atrás da Lucy, e enviam assassinos profissionais e outras Diclonius atrás dela.
Não sei se essas evoluções são verdadeiras, continuarei pesquisando e quando conseguir mais novidades eu posto aqui, por em quanto é isso, Até mais !!!! ^^"
A Nintendo finalmente revelou o grande mistério envolvendo a franquia Pokémon, que havia deixado fãs do mundo inteiro loucos de curiosidade. A empresa japonesa anunciou aquilo que todos esperavam: a 6ª geração de monstrinhos de bolso para Nintendo 3DS.
Os dois novos títulos, batizados de Pokémon X e Pokémon Y, além de trazerem novos Pokémon, vão oferecer aos jogadores uma nova e emocionante experiência no mundo 3D. O game será ambientado na Europa, e ao que tudo indica, será possível viajar por diversas cidades do velho continente, como Londres ou Paris.
Outra novidade é que o lançamento, marcado para outubro, vai acontecer de forma simultânea em todo o mundo. Confira o vídeo com anúncio oficial abaixo:
Também foram revelados os primeiros Pokémon desta sexta geração: Chespin (Harrimaron), Fennekin (Fokko) e Froakie (Keromatsu), dos tipos grama, fogo e água respectivamente. Além deles, é possível ver dois novos Pokémon lendários, ainda sem nome, que representam.
Aqui a Foto dos Iniciais:
Fannekin - Será o Pokemon inicial do tipo fogo, e pelo que parece o mais forte entre os Três iniciais.
Froakie - Será o Pokemon inicial do tipo Água, e na minha opinião parece ser o mas fraco entre os iniciais.
Chespin - Será o Pokemon inicial do tipo Grama, e eu não gosto de tipo Grama, apesar desse parecer bem forte. Lendários:
Esse parece ser um dos muitos Pokemons lendários dessa temporada, ele é meio estranho, a cada temporada que passa os pokemon lendários piora muito. Nós não sabemos ainda de que tipo ele é ou qual é seu nome.
Esse, como dá pra ver é lendário como o outro, e nem precisamos falar que ele é muito estranho, e que não sabemos o nome nem o tipo, em fim , o melhor é esperar por noticias.
Final Fantasy é derivado de uma ação desesperada da Square para conseguir um projeto de sucesso no mundo dos games, que então engatinhava seus primeiros movimentos independentes. Nem o mais otimista dos produtores poderia sonhar com sequer uma fatia do estrondoso sucesso que a franquia viria a se tornar nos 25 anos de existência.
Alguns bons anos mais tarde, mais precisamente em 2010, a desenvolvedora lançou Final Fantasy XIV, que atingiu um dos patamares mais baixos de apreciação dos fãs em toda a história da marca. O deslize foi tão grande a ponto de levar os produtores a anunciar uma espécie de “remasterização” do game, mesmo com o pouco tempo de lançamento...
Finalmente chegamos a Final Fantasy XIV: A Realm Reborn. A novidade da Square já está amadurecendo há muito tempo, a ponto de alguns gamers mais céticos acharem que, quando a obra for lançada, ela já terá “passado do ponto”. Mesmo assim, a equipe de desenvolvimento de A Realm Reborn não cansa de falar o quanto é honrado por parte da Square admitir que FFXIV foi um fracasso e que foi preciso coragem para reatar o processo de desenvolvimento...
Cansativas justificativas
Naoki Yoshida, produtor e diretor do game, recentemente deu algumas entrevistas aos sites VG24/7 e Kotaku. Basicamente, Yoshida relata que a mudança integral no time de produção do novo jogo acarretou alterações no plano de custos, objetivos, datas de lançamentos e principalmente na questão de direcionamento do enredo.
O diretor do título diz que a equipe de desenvolvimento de A Realm Reborn começou a se questionar seriamente se já não havia sido injetado dinheiro demais neste projeto. No entanto, quando o time via a qualidade técnica dos visuais que foram atingidas, eles sentiam que o investimento tinha valido a pena.
Yoshida também esclareceu de uma vez por todas que Final Fantasy XIV: A Realm Reborn não é uma expansão de FFXIV, tampouco uma mera atualização do jogo original. Trata-se de uma produção inteiramente nova, que inclusive já é um produto quase independente da batuta e do custeio da Square Enix.
Praticamente todo o dinheiro empregado no desenvolvimento do game está vindo dos cofres da própria equipe, o que possibilitou que o tempo de produção do título fosse consideravelmente estendido até que pudesse chegar ao nível desejado pelo grupo.
Em outras palavras, os produtores não estão com pressa, pois não precisam ressarcir nenhuma publicadora ou sanar algum saldo devedor com urgência. Isso faz com que o novo Final Fantasy não tenha exatamente necessidade de definir uma data...
Sobre mundos e reinos
A terceira contextualização dramatúrgica de Final Fantasy XIV: A Realm Reborn seguirá um caminho rumo à continuação da história da Seventh Umbral Era. Quem já está por dentro da versão original de FFXIV já identificou que esse é o mesmo enredo que estava se passando no título original.
Os jogadores vão descobrir precisamente o que aconteceu para causar tantos desentendimentos, o que sucedeu cada um dos grandes eventos e o que veio a se tornar cada um dos contextos formados. Mais do que isso, A Realm Reborn pretende contar aos jogadores como a história central da trama se encaixa no mundo em que ele se passa.
O que mais chamará a atenção dos gamers será o poder do novo motor gráfico, que de certa forma influenciará na história. “Esta é a primeira vez que foi possível trabalhar conceitos físicos de luz e sombra na série Final Fantasy, o que nos permitiu trabalhar enormemente a fotografia do game”, afirma Yoshida.
“Isso deve fazer com que os jogadores passem muito tempo no jogo e ele ainda pareça bonito para eles”, conclui o diretor do game.
Em busca do sucesso
De acordo com Yoshida, uma das promessas que a Square fez aos jogadores é que A Realm Reborn seria lançado dentro de um modo que exigiria inscrições pagas. Essa forma garantirá que eles possam jogar 24 horas por dia, sete dias por semana, 365 dias por ano. Por enquanto, os desenvolvedores só querem entregar jogatina de qualidade.
Tirando isso, Yoshida deixou bem claro que pretende compor Final Fantasy XIV: A Realm Reborn com muitas cenas de computação gráfica, em cutscenes dramáticas que conduzem um roteiro forte e consistente. Segundo o diretor, foram exatamente essas características as responsáveis pelo sucesso de Final Fantasy XI que o levaram a se inspirar nas passagens de EverQuest.
Yoshida só não revelou se o jogo será propício para o mouse dos computadores ou se os controles serão mais consolizados — já que o apelo dos consoles é muito maior nesse ramo — segundo ele mesmo.
Quando mesmo?
“Final Fantasy XIV: A Realm Reborn será lançado” e isso é mais próximo que conseguimos chegar de uma data para o lançamento do título. O game contará com versões para PC e para PlayStation 3.